sexta-feira, 10 de abril de 2015

Polícia admite que menina que desapareceu possa estar morta

Agentes realizaram nesta sexta-feira buscas pelo paradeiro de Polyanna Ketlin Silveira Ribeiro, de 10 anos. A menina está desaparecida desde o último dia 2

A Polícia Civil realizou nesta sexta-feira (10) na lagoa de Piratininga e no quintal e entorno da residência da família dela, uma operação em busca de Polyanna Ketlin Silveira Ribeiro, de 10 anos, desaparecida desde a noite do último dia 2, quando teria saído de casa para ir à quitanda. A menina não foi encontrada. Foram quatro horas de buscas com a ajuda de cães farejadores do Corpo de Bombeiros e de mergulhadores do 4º Grupamento Marítimo (Gmar). 
Durante as ações da polícia, os pais da menina se desesperaram ao saber que a polícia procurava pela corpo da criança. A mãe de Polyanna, a dona de casa Marcele Silvério Moreira da Silva, de 33 anos, acredita que a filha ainda estaja viva.  
“Eu sei que ela está viva. Eu vejo todos os dias a imagem dela chegando na porta da minha casa e me abraçando. Minha filha não está morta. Estão falando muitas coisas sobre essa situação, mas é tudo mentira. Essas coisas machucam”, desabafou Marcele, que está gravida de quatro meses do quarto filho.  
De acordo com a delegada Daniele Amorim, responsável pelo caso, a operação foi motivada por informações que chegaram à DH. 
“Essas buscas foram montadas a partir das informações repassadas ao Núcleo de Descoberta e Paradeiros da DH. Outras ações como essas não serão descartadas”, disse a delegada.  
Há três dias, a Polícia Civil recolheu roupas queimadas que seriam da menina no quintal da casa da família. A delegada Daniele disse que na próxima semana o laudo estará pronto.

O FluminenseAgentes realizam buscas no entorno do bairro de Piratininga, onde a menina mora. Foto: Colaboração/Anderson Justino

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