De acordo com as investigações, Beatriz teria sido vista entrando num veículo Renault Clio de cor prata. No atestado de óbito informava que a morte da menina foi provocada por “ação perfurocortante”, o que indica que uma faca tenha sido utilizada no crime.
Após o desaparecimento de Beatriz, baseados em mensagens do WhatsApp, parentes descobriram que a jovem teria combinado de ir à academia com Rafael, em Madureira, também na Zona Norte. Pelo aplicativo, ele enviou uma mensagem de voz, às 19h37m, dizendo que passaria na casa da estudante. “Aí quando eu chegar, eu te dou um toque. Tá bom?”, diz um trecho do recado deixado pelo suspeito. Quase três horas após Beatriz sair de casa, Rafael ainda escreveu: “Passei lá, mas você não atendeu. Acabei indo embora”.
Nesta segunda-feira, agentes da Divisão de Homicídios encontraram prováveis vestígios de sangue num dos apartamentos do Jumbo Hotel, em Campinho, para onde teria sido levada Beatriz. O material recolhido no local foi levado para o Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). Contra Rafael foi expedido um mandado de prisão pelo crime de homicídio simples.
Quem tiver alguma informação a respeito da localização e paradeiro do suspeito pode denunciar enviando mensagem de texto, vídeo ou fotos para o WhatsApp do Portal dos Procurados, no número (21) 96802-1650. Outra alternativa é entrar em contato com a Central Disque-Denúncia pelo (21) 2253-1177 ou 0300-253-1177, para quem estiver fora da capital. O anonimato é garantido.
Fonte. Jornal O Clobo
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