domingo, 6 de outubro de 2013

ssino confesso da menina Rebeca, Elder Marinho foi beber em um bar após o crime Preso na noite de quinta-feira, Elder Marinho, 22 anos, que estuprou e matou Rebeca Carvalho, 9, no fim de semana passado, na Favela da Rocinha, disse estar arrependido do crime. Apresentado à imprensa pela Divisão de Homicídios (DH) ontem, ele afirmou ter uma filha de quatro meses, que vive no Ceará, e que está há sete meses no Rio, onde trabalhava em condomínio de São Conrado, próximo à favela. Elder participava de um churrasco, próximo à festa infantil em que a menina estava. De acordo com o delegado adjunto Henrique Damasceno, da Divisão de Homicídios, o criminoso deixou a festa e se dirigia para um bar quando encontrou Rebeca e a arrastou para um terreno baldio, onde a violentou e estrangulou. Após o crime, Elder continuou em seu caminho para o bar e bebeu mais, como se nada tivesse acontecido. Ainda segundo o depoimento de Elder, quando ele chegou em casa deu falta de seu celular e voltou ao local do crime para buscá-lo. O estuprador ainda roubou o celular da vítima, encontrado durante a sua prisão, quando ainda vestia as roupas que usava na hora do crime. Após o fato, ele fugiu para a favela de Rio das Pedras, onde foi preso. Reinaldo dos Santos, pai da menina Rebeca, disse não ter ódio do acusado. "Não existe, pois onde há amor não há ódio. A Justiça vai cuidar dele para não cometer outro erro. Tenho que ter muita força", disse ele, que agradeceu a todas as pessoas que ajudaram a elucidar o crime.

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