terça-feira, 15 de outubro de 2013

mataram policial e foram transar

Suspeitos foram pegos na cama da vítima após o crime Acusados de assassinar o policial civil aposentado Amaro Monteiro, em Sepetiba, Zona Oeste do Rio, na madrugada de sábado, Viviane Ferreira de Souza Moraes, 31 anos, e Wellington Lúcio Macedo Frazem, 21, foram apresentados ontem por policiais da Divisão de Homicídios (DH), na Barra da Tijuca. Viviane e Wellington foram surpreendidos pela polícia, horas após o crime, quando dormiam na cama da vítima. O corpo do policial, que tinha 66 anos, estava no quintal da casa. De acordo com policiais do 27º BPM (Santa Cruz), a vítima tinha marcas de pedradas e afundamento de crânio. Os PMs foram chamados pelos vizinhos de Amaro, que ouviram barulho de uma briga durante a madrugada. "Eu não tenho nada a ver com isso. Nunca vi essa pessoa (Viviane). Cheguei em casa, do trabalho, às 21h30, e fui para o bar. Ela chegou por volta das 23h, pagando cerveja para todo mundo. Quando fui à casa do Seu Amaro, que eu conhecia, vi ela dando uma pedrada nele e pegando uma faca para me matar se eu contasse algo", disse Wellington, que justificou ter dormido com Viviane por estar bêbado. O delegado titular da DH, Rivaldo Barbosa, no entanto, deu outra versão para o caso. E lamentou que o antigo colega tenha se deixado enganar pela dupla. "Viviane tinha uma relação de cerca de 10 anos com Amaro. E chamou o Wellington quando descobriu que havia dinheiro na casa. Houve uma discussão, que acabou na morte do policial. Um crime que envolveu muita bebida, sexo e, provavelmente, drogas", disse Rivaldo.

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